sexta-feira, 13 de julho de 2012



1 mês e 3 dias, então? Ou 4 meses e 20 dias como preferires. Podem não ser anos de convivência, mas a intimidade e o que construímos cada dia não têm explicação e eu, francamente, não trocaria o que nós temos por nada. “Eu e você” se tornou tão longe, e o nós se faz presente cada dia mais na minha vida. Tu vieste como quem não quer nada, ou como quem quer tudo, veio para tomar conta do que é teu, ou seria teu, do que sempre foi teu de uma forma ou outra. Tu é a melhor parte de mim, a parte que tava guardadinha e morria, e ainda morre, de medo de se apaixonar, mas hein, como não se apaixonar por ti? Eu posso afirmar, colocando todo meu orgulho e meu medo de lado, que me apaixono por ti - sim - todos os dias. Quando eu quis desistir e jogar tudo pro alto, foi tu quem me deu a mão e me fez lutar por tudo que é importante pra mim. E por essas e outras que tenho muito que te agradecer por, simplesmente, estar/ser (n)a minha vida. Tu é a minha segurança. Tu é um presente que eu vou - juro, juradinho - cuidar pra sempre. Todo esse sentimento não é passageiro, e por mais loucura que pareça afirmar isto “tão cedo”, eu acredito na gente, eu acredito no que eu sinto por ti. Eu acredito no amor, e no Deus que nos uniu.
Eu te amo muito, embora as vezes tu não acredite. Tu é muito importante pra mim, tu é o amor pra mim.

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